Liberdade do ócio


15/04/2005


Escrito por ObservadOOr às 10h54
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14/04/2005


Escrito por ObservadOOr às 11h13
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13/04/2005


Escrito por ObservadOOr às 07h14
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12/04/2005


Escrito por ObservadOOr às 09h14
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11/04/2005


nasce o dia e eu renasço com ele

refaço-me do cansaço

respiro o sol

e me reconstruo feliz

Escrito por ObservadOOr às 09h46
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08/04/2005


 

quem já não parou na frente de um espelho

e meio que ficou só se olhando e pensando se tudo o que já fez

não passou de um "talvez"?

Eu? talvez...

Escrito por ObservadOOr às 09h05
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06/04/2005


 

deu-se o tempo

em minha direção

o vento absorve meus pensamentos

...e como voam nestas correntes maravilhosas.

 

o coração não adivinhou

o que o coração ainda não pediu

impediu, enfim

a trave que limita é o sonho que explode

 

neste tempo

os olhos eram marés que vinham

que subiam e acariciavam o continente

desciam e faziam falta... deixavam-me nu

 

tempo, como te quero no retorno

como se uma nova chance me concedesse

e em novos pés eu caminhasse

 

tempo, como te imploro a parada

mas você não para, apenas acaba

e fica mais forte enquanto anda

 

e me mostra que não terei o que refazer

perco-me diante dele

como se perde na lucidez do óbvio.

 

e você não para, vem em minha direção

impassível, frio e calculista

sou um ponteiro a rodar neste mundo parado.

mudo e parado

Escrito por ObservadOOr às 09h05
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01/04/2005


Sollua

Em meus sonhos, os azuis vieram

mexiam com os outros tons

mexiam com as outras cores

faziam mesclas intensas e

banhavam meus mares de um verde

sólido.

 

vermelhos agora lilases

emolduravam as nuvens e

percorriam o meu horizonte

 

o sol ainda esperava a hora

deixava a lua banhar-se mais

e mais neste véu calmo.

gritava a lua o quanto amava

e a amava a distância como

se houvesse maneira de tocá-la

feliz

 

estradas brilhavam na alegria

de estar sob a luz azul desta

lua apaixonada

 

passantes dançavam e

cantavam ainda bêbados

os animais abriam seus olhos

vagarosamente

e ao fundo, os ruídos das risadas,

dos pássaros,

do amanhecer dos sons

 

azuis se vão, e deixam que os

vibrantes amarelos se aproximem

nasce um amor no horizonte

Sol e Lua, mesclados pelo

mesmo instante

se olham e se desejam!

Escrito por ObservadOOr às 11h41
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